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O site

"Ei, por que a gente não monta um blog?". Com essa pergunta lançada em um bate-papo informal à mesa do restaurante, as amigas Clarissa Passos, Flávia Pegorin e Viviana Agostinho deram início ao Garotas que Dizem Ni.

O trio de jornalistas havia trabalhado junto em um site de entretenimento. Após serem demitidas no mesmo dia, e depois de passarem por outras redações, as comparsas resolveram investir em um projeto pessoal – mesmo que, a princípio, o trabalho rendesse mais realização do que dinheiro no final do mês.

Em 11 abril de 2003 foi dada a largada do Garotas que Dizem Ni, com a providencial ajuda do Gardenal.org. O site era atualizado três vezes ao dia, com um texto de cada autora. No ano seguinte, o Garotas foi Top 3 no iBest Blog, tanto na opinião do júri popular como da Academia. Em 2005, foi o único concorrente a figurar entre os três melhores nos dois júris da categoria.

Após dois anos daquela idéia nascida na mesa do restaurante, o projeto acabou indo bem além do que suas mentoras esperavam: só nesse período, foram três layouts diferentes, um Fórum de Leitores com mais de mil usuários, um livro, 1.500 textos publicados e 2 milhões de pageviews. Agora com atualização de uma autora por dia, o site continua sendo a menina – ups, a garota – dos olhos de Clara, Flá e Vivi.


Conheça os diferentes layouts do site:

Layout 1: Abril 2003 - Abril 2004

Layout 2: Abril 2004 - Abril 2005

 

Volta!

A coluna

"Chegou um e-mail pra gente do diretor da Época". Com essa afirmação embasbacada, Clarissa comunicou Flávia e Viviana do convite para escrever na revista, vindo cerca de dois meses após o início do site. Depois de um telefonema, as três incrédulas por fim acreditaram na história e se reuniram com Aluízio Falcão Filho na redação da Editora Globo.

A proposta era preencher uma página semanal na publicação com textos que tivessem o mesmo tom daqueles publicados no site, mas em formato diferente. Aceito o desafio, a coluna começou em junho de 2003 com notas curtas sobre acontecimentos da semana e a lista de pílulas do cotidiano.

Em junho de 2004, a página ganhou novo layout e novo conteúdo, com o acréscimo de seções ao que já virara um dos "alívios cômicos" da conceituada revista. Quase um ano mais tarde, em abril de 2005, outra reformulação deixou a coluna Garotas que Dizem Ni mais dinâmica e limpa – sem perder o bom-humor. O projeto com a revista durou até janeiro de 2006.


Conheça os diferentes layouts da coluna:

Layout 1: Junho 2003 - Junho 2004

Layout 2: Junho 2004 - Abril 2005

Layout 3: a partir de abril 2005

 

Volta!

O livro

"Vocês tem algum projeto de livro?". Com essa cutucada de leve, Paulo Tadeu, comandante da Matrix Editora, reacendeu a vontade das autoras de ver uma brochura inspirada no Garotas que Dizem Ni. A idéia de reunir algumas crônicas do site e transformá-las em páginas impressas já vinha de longa data e estava sendo cobrada até mesmo por leitores.

Sob o título "É Impossível Ler Um Só - Histórias Para Devorar a Qualquer Hora" e ocupando as prateleiras desde maio de 2005, o primeiro livro leva 60 textos selecionados entre os favoritos das jornalistas e do público que freqüenta o site. Todos eles foram reeditados sem a pressa da publicação diária, mas com o estilo peculiar que tem marcado o trabalho do trio.

"Mas quem são essas meninas? Bonitas e gostosas, posso dizer. Bonitas e gostosas de ler. Todas casadas, meu amigo. Mas elas têm a capacidade de brincar com o óbvio e com o carente, com o que está na cara e ninguém percebe e com a política cor de rosa/vermelha. Mas o que importa mesmo é que elas são completamente pink. E a coluna delas parece um pingue-pongue!"
- Mário Prata, o convidado a doar uma orelha.

"Foi assim, graças a essa mistura de doçura e acidez, de crítica e humor, de sarcasmo e inteligência, que me apaixonei por essas três garotas, as mais geniais que eu conheci. Nunca mais consegui abandonar seus escritos, nem no site, nem na coluna-página semanal que assinam na Revista Época. Confesso, virei um fã babão."
- Ricardo Feltrin, o homem do prefácio.

"É Impossível Ler Um Só - Histórias Para Devorar a Qualquer Hora"

 

Para mais detalhes sobre o livro, clique aqui.

 

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As autoras


Viviana Agostinho formou-se em Jornalismo em 1999, pela PUC de São Paulo. De lá, foi direto para a internet, trabalhando no portal UOL. Em seguida, aventurou-se pelo Fulano.com.br e pelo portal Terra. Trabalhou ainda como editora de cultura na agência de notícias Reuters. Atualmente dedica-se aos projetos do Garotas que Dizem Ni, mas sempre encontra um tempinho para colaborar como repórter e tradutora para outros veículos.

Clarissa Passos é formada em Jornalismo desde 2000, na Universidade Metodista de São Paulo. Trabalhou na Folha de S. Paulo, no Fulano.com.br e na Zem Editora, além de prestar serviços como freelancer para as revistas Aventuras na História, Capricho e Superinteressante, até embarcar com suas amigas e sócias no projeto Garotas que Dizem Ni. Hoje, dedica-se ao site, à redação de um portal e aos desenhos com giz de cera..

Flávia Pegorin formou-se em Jornalismo pela Universidade Metodista de São Paulo no ano de 1996. A partir dali, já trabalhou como repórter e editora em diversas revistas mensais – Náutica, Quatro Rodas, Cozinha Fácil, Horizonte Geográfico e Carro –, jornais diários e no site Fulano.com.br, onde encontrou as sócias ideais para a formação do Garotas que Dizem Ni. Também continua atuando no mercado editorial como freelancer de várias publicações.

 

Volta!



No cinema
Pipoca, telona, escurinho e
celular tocando em hora errada.
No dia-a-dia
Fatos bizarros, comentários
inúteis e notas estranhas.
Na estante
Páginas, ilustrações, escritores
e traças, muitas traças.
No passado
Brinquedos, escola, casa
da avó e saudades disso tudo.
No som
Verso, vinil, vitrola, voz
e gente boa ou ruim de rima.
Na TV
Bombril na ponta da antena
e o milagre que vem pelo cabo.



· Clara McFly
· Flá Wonka
· Vivi Griswold