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O bom do signo Já contei a todos aqui: não topo muito essa coisa de signo. Na verdade, hoje eu acredito muito mais na regência astral, e vejo caracerísticas bem semelhantes em gente nascida na mesma época. O que me aborrece com o assunto é ver pessoas tão apegadas à influência dele. Seria isso uma tremenda jogada? Continue lendo "O bom do signo"Fla Wonka em 15 de setembro de 2004 Mas eu não quero… Existem dias que já começam lindos, não é mesmo? O sol bate na janela, o vento fresco invade a casa, o café parece mais gostoso que o habitual. Você está dentro do horário previsto para ir trabalhar, não pega muito trânsito, a roupa escolhida fica bonita de cara e a vida funciona lindamente. É, existem muitos dias como esse… E existem os dias como hoje! Saco! Continue lendo "Mas eu não quero…"Fla Wonka em 14 de setembro de 2004 Em bando Eu fico bem sozinha. Sempre fui alvo de desconfiança por isso, mas é a verdade: uma vez sem companhia, posso ficar feliz, arranjando coisas a fazer sem muito esforço. Leio na rede, bato um bolo, assisto um filme, arrumo os livros, fuço em pilhas de fotos antigas, durmo… Eu fico muito, muito bem sozinha. Mas talvez fique ainda melhor da outra maneira. Continue lendo "Em bando"Fla Wonka em 13 de setembro de 2004 Sobre habitantes do mundo "Um dia é preciso soltar as amarras e, de algum modo, partir". A frase, bonita de causar lágrimas e muito verdadeira, é autoria do navegador, malucão e meu ex-ídolo Amyr Klink. Perito em cair no mundo para viagens fantásticas – às vezes sozinho, às vezes acompanhado por focas –, o rapaz pode ser acusado de ter várias particularidades esquisitonas. Mas quanto a uma, temos que concordar: haja espírito forte para deixar tudo para trás, do travesseiro aos amigos, e sair por aí vivendo… Continue lendo "Sobre habitantes do mundo"Fla Wonka em 10 de setembro de 2004 Valha-me deus! Crescer é mesmo uma pena, né? Já não é aceito fazer beicinho, andar vestido com bermuda e camiseta de desenho animado, tomar sorvete babando até os cotovelos. Por outro lado, crescer tem vantagens. Algumas situações adquirem novas perspectivas, fazendo o medo, por exemplo, dar um tempo na nossa vidinha. Continue lendo "Valha-me deus!"Fla Wonka em 9 de setembro de 2004 O conto macabro do hambúrguer Tudo bem, eu sei que este texto está atrasado. Tem muitos dias que o filme chegou às telas – e mesmo antes, todo mundo já estava comentando sobre "Super Size Me". No embalo do falatório, fui me aboletar na poltrona do cinema para ver o tal cineasta americano Morgan Spurlock detonar o "abominável mundo do fast-food". Achei que podia ser divertido, um exagero para nos fazer acreditar que comer apenas cenoura é o mais saudável. Querem saber? Estou enojada até hoje. Continue lendo "O conto macabro do hambúrguer"Fla Wonka em 8 de setembro de 2004 Home alone Tragam pinças, plasma e um desfibrilador urgente!!! Bom, também não é pra tanto... Clarissa está doente desde o início da semana e hoje não colocará texto no ar, amigos. Sabemos que a loira já gozou férias semanas atrás e não teria direito a outro recesso. Ei, mas isso aqui não é repartição! Quando uma Garota que Diz Ni fica podrinha de saúde, ela pode SIM retirar o time de campo. Duro é ficar aqui sozinha, sem Vivi (de férias) e sem Clarita (de molho)... Mas pensei em algo para nos alegrar. Que tal uma fast-lista? Continue lendo "Home alone"Fla Wonka em 3 de setembro de 2004 Querem nos enganar, meninas! Quando vislumbro um traço da realidade, os ossos endurecem e um frio incandescente corre pela espinha. Ontem isso aconteceu: tive uma revelação em pleno consultório médico. Credo, não é nada disso que vocês pensaram! Ainda estava na sala de espera quando ocorreu. Foi assim: cheguei, entreguei a carteirinha do plano de saúde à secretária emburrada, bebi um trago d’água e me aboletei na cadeira de couro falso. Sem mais o que fazer, apanhei uma revista. E foi então que tudo fez sentido. Continue lendo "Querem nos enganar, meninas!"Fla Wonka em 3 de setembro de 2004 Limpeza em campanha Está se tornando difícil fazer uma das coisas que mais gosto na vida: olhar o céu. A poluição atrapalha, deixando o firmamento mais cinza, sem-graça e fora de moda. Os fios elétricos viraram praga – e hoje meu bairro parece uma região dada a ligações clandestinas. Nesta época do ano, em especial, outro problema vem incomodar a romântica atividade de fitar as nuvens e aquele mundão azul: campanha eleitoral. Os políticos já empesteiam a cidade mais que os gases tóxicos. Continue lendo "Limpeza em campanha"Fla Wonka em 2 de setembro de 2004 Ver próximas páginas:
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