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Épicos pra que te quero E não é que o personagem do momento em Hollywood é Alexandre, o Grande? O cidadão nasceu em 356 a.C., portanto a cerca de 2.360 anos, e a polêmica do momento é se ele “mordia fronha” ou não. Os épicos cinematográficos são capazes disso e muito mais. Mesmo se passando há milhares de anos, podem lançar modas de cabelo, chocar pela violência e até ser imitados em propaganda de refrigerante ruim. Continue lendo "Épicos pra que te quero"Fla Wonka em 9 de dezembro de 2004 Dó, Ré, Mi, Zzzzzz... Pode entrar com fanfarra caipira no meu quarto e tocar “Aquarela do Brasil” de trás para frente. Pode ter bumbo incluso, reco-reco e tuba. Para acordar esta garota aqui, será preciso muito mais, pois meu sono é daqueles fortes, pesados, quebrado apenas por alarmes Car System disparados – ou, em breve, pelo choro sentido de Sabrininha. Será que tem a ver com a trilha sonora mental que desenvolvo antes de nanar? Continue lendo "Dó, Ré, Mi, Zzzzzz..."Fla Wonka em 8 de dezembro de 2004 Ô, coisa antiga... É gozado pensar na Humanidade. Hoje, rompido o século 21, ano de 2004, já fomos capazes de viajar com a velocidade do som, acessar um banco de dados mundial ligando um computador 386 e até de alcançar a Lua. Mas muitos de nós ainda repetem máximas e tomam atitudes que já ficavam embaraçosas quando impetradas por senhores de engenho usuários de monóculo. Continue lendo "Ô, coisa antiga..."Fla Wonka em 7 de dezembro de 2004 Um manche, um botão, um aprendizado Quando ouço meu bando de amigos falar sobre videogames, bóio. Até existe um tal Playstation II aqui em casa, conectado na televisão e cheio de CDs ao redor. São jogos de corrida, na maioria. Acho superdivertido escutar o barulhinho dos esportivos voando na pista e as batidas – tem um até que me brinda com sensacional trilha sonora oitentista enquanto rola o pega. Mas não entendo de jogo moderno. Minha cultura foi forjada no Atari mesmo. Aquilo é que era videogame. Continue lendo "Um manche, um botão, um aprendizado"Fla Wonka em 6 de dezembro de 2004 Eu fico bege... Talvez muita gente ache absurdo alguém gastar texto falando de uma cor. Ainda mais falando desta cor. Ainda se fosse uma crônica sobre o azul (do céu), sobre o branco (da paz), sobre o verde (das matas) ou sobre o roxo (do Fusca 77 comprado pela minha vizinha), tudo bem. Mas bege? Sim, bege. A cor que não sai de moda – e que eu tanto detesto. Continue lendo "Eu fico bege..."Fla Wonka em 3 de dezembro de 2004 Poliéster de comer Não sou super-heroína, única e exclusivamente, por conta dos sentidos ridiculamente apurados dos quais disponho. Escuto mal feito minha avó de 85 anos, enxergo coisa onde não tem, tateio caminhos e me perco, não distingo cheiro de bolo do cheiro de escapamento. O pior de todos, porém, deve ser meu paladar. O que também não parece tão ruim, pois, dessa maneira, posso consumir comida aparentemente feita de tecido – e achar ótimo. Continue lendo "Poliéster de comer"Fla Wonka em 2 de dezembro de 2004 A Fantástica Fábrica de Embutidos Nenhum pensamento parece fazer mais sentido do que este: jornalismo é como salsicha; uma vez que se vê como é feito, dá nojo pra sempre. Como bacharel da comunicação social, tive oportunidade de ficar maravilhada com algumas coberturas de notícia acompanhadas de pertinho. E também já vi os piores absurdos acontecerem. Conto (quase) tudo. Mas se alguém perguntar, não fui quem disse, hein? Continue lendo "A Fantástica Fábrica de Embutidos"Fla Wonka em 1 de dezembro de 2004 Ah, Clarissa! A gente está no maior bate-papo, consumindo altas doses de açúcar e fazendo o cérebro funcionar feito turbina de Itaipu. Muitas risadas, muita diversão, muitas idéias – tudo para finalmente deixarmos de ameaça e dominarmos o planeta de fato! E então a corrente se quebra. Clarissa passa a mão na xícara de café, dá um sorrisinho meio de lado e nos volta as costas. Lá vai ela fumar. Continue lendo "Ah, Clarissa!"Fla Wonka em 30 de novembro de 2004 Eles batem pino Tudo bem, eu já fui bem ousada. Já comi terra e bebi perfume para experimentar, já brinquei com aranhas como se fossem cãezinhos fofos, já ateei fogo numa poça de álcool para ver o que acontecia e já pulei da laje do telhado para mostrar como era poderosa. Isso tudo quando era uma pirralinha destrambelhada incapaz de medir conseqüências ou usar o senso de autopreservação. Mas e quem faz isso já adulto, é o quê? Continue lendo "Eles batem pino"Fla Wonka em 29 de novembro de 2004 Músicos de coerência Se eu fosse montar hoje uma banda, não perderia tempo aprendendo a tocar guitarra com perfeição ou em aulas de canto. Ninguém parece dar bola para isso, oras! Bom mesmo é juntar os integrantes, um empresário perito em marquetingue e criar “O” nome. Aquele pegador, que gruda na cabeça mesmo sendo uma grande bobagem. Mas tem que fazer sentido com o trabalho, sim. Continue lendo "Músicos de coerência"Fla Wonka em 26 de novembro de 2004 Ver próximas páginas:
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