Elas preenchem (ou preencheram) os meus dias – ou ao menos o horário nobre deles. Algumas são cheias de habilidades, como examinar cadáveres em decomposição sem vomitar ou tentar evitar que as pessoas se tornem um. Outras enfrentam monstros aumentados por uma criatura olhuda e ainda há aquelas que apenas pagam mico como ninguém.
Ao fim e ao cabo, todas essas mocinhas foram inspiração para meu imaginário fértil e meio boboca. Onde as conheci? Na máquina-de-fazer-doudos, claro. São as minhas heroínas favoritas de seriados e eu daria um braço para ser qualquer uma delas. Tá, em alguns casos, negociaria só o mindinho...
Change Mermaid, “Changeman”
Girl power total, a Change Mermaid usava um colant cor-de-rosa e tinha como símbolo uma sereia. Destemida, enfrentava toda sorte de ameaças bizarras, incluindo aí os assustadores soldados hidler (ou algo que o valha), que brotavam do chão usando colants azuis (?!).
Elizabeth Corday, de “ER”
Ela é cirurgiã, tem belos cabelos encaracolados e sotaque inglês. Como se não bastasse, ainda se casou com Mark Greene, o médico mais legal que os corredores do hospital de Chicago já viram (que Deus o tenha). Precisa mais?
Catherine Willows, de “C.S.I”
A companheira de Grissom tem sangue frio suficiente para examinar de pertinho o pessoal que esticou as canelas das maneiras mais bizarras possíveis – tudo em nome da justiça. E ainda por cima trabalha com Gil Grissom, o rei das frases de efeito, o Mestre dos Magos da polícia forense!
Tess, de “O Toque de um Anjo”
Ahn, não me faça essa cara de espanto! Eu já confessei que adoro essa série babaca aqui. E eu queria ser a Tess por três razões simples: ela faz aquele tipão matrona negra; ela canta muito e deve ser legal ter uma luz acendendo sobre a sua cabeça toda vez que você diz que é um anjo.
Samantha, de “A Feiticeira”
Sam tem um marido engraçadamente patético e ingênuo; dois filhinhos fofos e uma mãe que usa sombra verde. Além disso, é linda e bem-humorada. Mas o melhor mesmo é o poder da feitiçaria. Quem não queria fazer a casa se arrumar com uma mexidinha do nariz?
Murphy Brown, de “Murphy Brown”
Ácida até dizer chega, ela trabalhava numa emissora de TV como repórter. Além do senso de humor matador, Murphy era uma mulher independente, bonitona e bem-sucedida. No fim das contas, por Deus, ela era a Candice Bergen! Pena que a série ficou pouco tempo no ar, pelo Sony, e não voltou mais.
Grace Adler, de “Will & Grace”
Há várias vantagens em ser Grace Adler. Ela tem um amigo gay que é para lá de bacana; uma secretária roitmann capaz de alegrar o dia de qualquer pessoa, roupas e cabelos de cair o queixo e um marido que, em última análise, é o Harry Connick Jr. Mas o máximo em ser essa mulher é que ela paga muito, mas muuuuito mico. É a síntese do meu objetivo de vida!

Olha o pezão sujo em cima da cama, menina!