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Cara de um… Quando eu for ter um bebê, pretendo passar o tempo todo de olho nele -- ou fazer com que alguém da família faça isso. Afinal, pelo que vejo por aí, há mais gêmeos separados no nascimento do que a gente imagina. Fora os clássicos do tipo Hebe e Walter Mercado, Gretchen e Alice Cooper, Maria Padilha e Rene Russo e Erundina e Tiazinha-do-logo-da-Casa-do-Pão-de-Queijo, notei esse dias que o futebol, além de uma caixinha de surpresa, também é uma mina de figurinhas repetidas. O Parreira, por exemplo, foi feito na mesmíssima forma usada pelo Ronald Golias. Impressionante. Já o Ronaldinho Gaúcho, na época da Copa ano passado, era a Dona Mocinha (papel da atriz Ruth de Souza na novela "O Clone") cuspido e escarrado. Mas o mais chocante é notar a semelhança entre o lateral esquerdo da seleção canarinho e o tio de uma certa família de monstros… ![]() ![]() Roberto Carlos e tio Fester, separados no nascimento
Espero não ser presa por isso, mas aquele ser retratado na capa do "Cabeça Dinossauro" não parece o Gilberto Gil fazendo careta?
"Cabeça Dinossauro" foi um dos melhores álbuns dos Titãs (banda de rock nacional que os mais novos não conheceram -- não confundir com o Titãs atual). Foi lançado em 1986 e, das 300 mil cópias vendidas, uma foi comprada pelo namorado da minha tia (hoje marido dela). Ele levava o vinil lá em casa e eu corria para virar a capa para baixo, pois morria de medo do desenho. E vocês, não? |
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