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Hora da merenda Guarda-chuva, a princípio, é aquele objeto relativamente barato que protege nossos penteados quando São Pedro resolve lavar o piso lá de cima. Mas para aqueles felizardos que, como nós, cresceram nos anos 80, esse substantivo composto passa a ter um outro significado - digamos, mais alimentício - e, apesar de não ter utilidade em casos de garoas e tempestades, era bom pra danar. Quem em sã consciência não se lembra do guarda-chuvinha de chocolate? O rei supremo dos saquinhos-surpresa daquelas festinhas de garagem onde os hits eram "Tô P da Vida", do Dominó, e "Harry Houdini", do Kon Kan? Pois esse quitute, tão presente em nossas vidinhas infantis daquela época, é o homenageado de hoje. O tal era um chocolate em forma de guarda-chuva fechado (ou um cone bem fininho), enfiado em cima do palito de plástico que fazia as vezes do cabo. Ele era embalado com um papel alumínio bem safado, ilustrado e colorido. O desafio da brincadeira era tentar desembrulhar o doce de forma que ele saísse inteiro - tarefa pra lá de difícil, pois sempre ficava uma pontinha grudada no papel, e a gente tinha que abrir com a unha e chupar aquela parte, um horror. Detalhe: o "chocolate" em si era péssimo, tinha gosto de cera e em nada lembrava uma barra da Garoto ou da Nestlé. Contudo, para quem teve a sorte de um dia gastar uma moeda da mesada com o guarda-chuvinha, o material era de primeira. Por quê? Era divertido, ué! Outros clássicos da hora mais feliz da escola 5) Pastilhas Garoto 4) Cigarrinhos Pan 3) Chupeta caramelizada 1) Dadinho |
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