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Por um autêntico "Happy End" Quando eu morrer (se isso tiver mesmo que acontecer um dia) tomara que seja do jeito que sonhei. Trajada com um elegante vestido preto que exalte meu olhar, vou sofrer um ataque cardíaco fulminante e indolor enquanto dou uma entrevista sobre como foi ter dirigido mais de 80 comédias hilárias. Sim, eu sou adepta dos finais felizes... Eu acho de verdade que, se a gente vai ficar apertado na poltrona do cinema por duas horas, pelo menos que o filme assistido nos brinde com um final animador, esperançoso e agradável. De cruel, vil e frustrante já basta a vida, poxa! Um dos que eu mais gosto é o de “Um Sonho de Liberdade”. Claro que eu não vou contar, porque sempre tem que não viu, mas basta dizer que esse é um caso clássico em que a gente sai do cinema achando que tudo é lindo, que há luz no fim do túnel, que mesmo que passemos 20 anos na cadeia sendo torturados e estuprados ainda tem jeito de ser feliz! Alguns filmes precisariam, por exemplo, rever seus conceitos sobre o amor. Eu posso fazer isso por eles em três exemplos? Não vão ser lá os finais mais acachapantes da história da sétima arte, mas podem aquecer um ou outro coração enamorado! O Casamento do Meu Melhor Amigo A Princesa e o Plebeu X-Men |
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